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7/27/2017

PACTO DA MATA CILIAR: RENOVADA CERTIFICAÇÃO DO BANCO DO BRASIL



Iniciadas em 2011, e presentes em todos os 14 municípios que compõem a área de abrangência da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas e Biguaçu – e bacias contíguas, as ações do Pacto pela Restauração da Mata Ciliar receberam em 2015 duas importantes certificações: a certificação de tecnologia social do Banco do Brasil; e a o certificado da Organização das Nações Unidas para Agricultura (FAO/ONU). A excelente notícia divulgada recentemente é que a certificação da FAO/ONU continua valendo como boas práticas, podendo ser acessada na plataforma internacional da entidade; e o Banco do Brasil, após reavaliar o programa renovado em 2016, concedeu nova certificação ao Pacto pela restauração da Mata Ciliar.

A veiculação da certificação pelo Banco do Brasil, com todos os dados necessários a respeito do programa Pacto pela Restauração da Mata Ciliar ou apenas Pacto da Mata Ciliar, pode ser acessado por meio do link e site: http://tecnologiasocial.fbb.org.br/tecnologiasocial/banco-de-tecnologias-sociais/pesquisar-tecnologias/detalhar-tecnologia-653.htm

Nossos agradecimentos aos proprietários de áreas em recuperação, e também às administrações públicas dos municípios que abraçaram uma ideia em movimento que hoje alcança mais de 60 propriedades cadastradas, diagnosticadas e acompanhadas, com mais de 10 mil mudas de árvores nativas de nossa região transplantadas.

São parceiros do Pacto da Mata Ciliar: agricultores, lideranças comunitárias, alunos e professores; bem como instituições presentes nos 14 municípios da bacia, Instituto Chico Mendes para Biodiversidade (ICMbio), Autopista Litoral Sul, e o Instituto Çarakura.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

7/06/2017

PACTO DA MATA CILIAR RECEBE MAIS 200 MUDAS


O Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos Rios Tijucas e Biguaçu, e bacias contíguas recebeu, na manhã desta quarta-feira, 5/7, na cidade de Brusque-SC, a doação de 200 mudas de árvores nativas para o Programa Pacto pela restauração da Mata Ciliar. A doação foi realizada pelas funcionárias do Centro Atenção Psicossocial Álcool e drogas (CAPS-ad), Nane Maurici, terapeuta, e Roselis Krieger, técnica de enfermagem, a partir de uma oficina de meio ambiente com pacientes do CAPS-ad de Brusque.

As mudas recebidas são de ipês amarelo e palmito-içara, espécies nativas da
Mata Atlântica e Cerrado, e que antes do plantio em áreas de recuperação na área de abrangência do Comitê Tijucas-Biguaçu vão ganhar cuidados especiais dos técnicos do comitê no novo viveiro construído em Tijucas para atender as exigências do Pacto pela Restauração da Mata Ciliar, programa criado em 2011 pelo Comitê Tijucas-Biguaçu, e que recebeu certificação da Organização das Nações Unidas (FAO/ONU), e do Banco do Brasil, como reconhecimento por Boas Práticas ao Meio Ambiente, já distribuiu mais de nove mil mudas nativas.

Embora o Centro Atenção Psicossocial Álcool e drogas (CAPS-ad) funcione em Brusque, cidade que pertence a área de abrangência do Comitê Itajaí, as mudas foram doadas justamente pela existência do Pacto pela Restauração da Mata Ciliar. Brusque, também, sedia a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) responsável por administrar cinco dos 14 municípios que compõem o Comitê Tijucas-Biguaçu, e num passado recente tinha ligações históricas, comerciais, culturais com municípios do Vale do Rio Tijucas.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

Participaram da ação, os técnicos: Tiago Manenti Martins, engenheiro de aquicultura; e William Wollinger Brenuvida, jornalista.

Acesse os canais de informação/comunicação do Comitê:



PRÁTICA SOCIOAMBIENTAL NAS ESCOLAS

Tiago Martins, do Comitê Tijucas-Biguaçu fala sobre atividades na Bacia.
Mais de 50 alunos participam em projeto educacional envolvendo boas práticas ambientais no Médio Vale do Rio Tijucas.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

Em março de 2016, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos
Mais de 50 alunos presentes...
Rios Tijucas e Biguaçu, e bacias contíguas realizou atividade teórica e prática com alunos da Escola de Educação Básica São João Batista. Tais atividades coordenadas, naquela escola, pela professora Maria Irene Gomes, da disciplina de Geografia tem por objetivo vincular os conhecimentos debatidos em sala de aula com informações, experiências e práticas ocorridas na região da Bacia Hidrográfica no âmbito do Programa Pacto da Mata Ciliar. Essa parceria rendeu frutos, e hoje a área em recuperação pelo comitê, em parceria com o proprietário Paulo Puel, e a comunidade escolar já possui mais de 3 mil árvores em crescimento na mata ciliar do encontro dos rios, no município de São João Batista-SC. Nesta quarta-feira, 5/7, os técnicos do Comitê Tijucas-Biguaçu retornaram à escola para ampliar a cooperação de esforços com as turmas da professora Irene.

Geografia de minha terra
Membros do Comitê Tijucas-Biguaçu entendem que é preciso trabalhar
Maria Irene Gomes, professora de Geografia
conceitos 
e práticas com a comunidade escolar da região da Bacia Hidrográfica. Esse entendimento já revelou talentos em seis edições do concurso de desenho, sete edições do concurso de redação, e nas Maratonas Fotográficas, que este ano conta com uma Mostra Fotográfica Itinerante, nos 14 municípios que compõem o Comitê Tijucas-Biguaçu. Dessa parceria com as escolas, estudantes e professores, há o surgimento do conceito de geografia de minha terra onde, em cada apresentação do comitê nas escolas, são debatidas informações, dados e questões ligadas ao local de atuação da escola/comitê. “Para o Comitê Tijucas-Biguaçu vale muito a narrativa das comunidades, das pessoas mais velhas e experientes, bem como do jovem com novas ideias.”, afirma Adalto Gomes, presidente do Comitê Tijucas-Biguaçu, com atuação desde a fundação do órgão em 2001.

William W.B. e a Geografia de Minha Terra...
Na palestra apresentada pelos técnicos Tiago Manenti Martins, engenheiro de aquicultura, e William Wollinger Brenuvida, jornalista, foram exibidos vídeos em formato de entrevistas e documentário, além de exposição de informações da região para mais de 50 jovens estudantes. O diretor da instituição, Luiz Carlos da Silva, também prestigiou o evento, colocando a escola como parceira de projetos socioambientais. Os alunos interagiram com perguntas e intervenções, revelando a importância do projeto escolar da professora Irene, e do progresso do Pacto pela Restauração da Mata Ciliar, programa referendado pela Organização das Nações Unidas (FAO/ONU), e pelo Banco do Brasil, como atividades de boas práticas no ano de 2015.

Quer assistir ao vídeo realizado em parceria com a Escola São João Batista? Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=XjSe4xEYwtY

Seja parceiro do Comitê Tijucas-Biguaçu. Acesse:

3/25/2017

MAIS 50 MUDAS PARA O MATA CILIAR

O programa Pacto pela recuperação da Mata Ciliar, iniciativa do engenheiro florestal Edison Roberto Mendes Baierle, que sinalizou a ideia em 2011, está presente em mais de 60 propriedades, distribuindo mais de 8 mil mudas nativas para recuperar e preservar os mananciais de água em 14 municípios de nossa bacia hidrográfica. Apesar de contar com um viveiro ou horto, no município de Bombinhas, e estar ampliando a iniciativa em Tijucas, o Comitê Tijucas-Biguaçu conta com parceiros que produzem e distribuem centenas de mudas. É o caso das empresas Sulcatarinense, e Autopista Litoral Sul.

Na tarde desta sexta-feira, 24/3, os técnicos do Comitê Tijucas-Biguaçu, Tiago
Manenti Martins e William Wollinger Brenuvida, visitaram o viveiro de mudas da empresa Sulcatarinense e receberam do cuidador daquele espaço Tiago Guex, e da também funcionária da Sulcatarinense, da área ambiental, Camila Aguiar Vieira do Vale Pereira, 50 mudas de árvores nativas. Entre as espécies: bacupari (Garcinia gardneriana), jacarandá mimoso (Jacaranda mimosifolia), jabuticabeira (Plinia cauliflora), olandi (Calophyllum brasiliense Cambess), ipês (tabebuia alba), palmeira juçara (Euterpe Edulis), gabiroba (Campomanesia xanthocarpa), e canafístula (Peltophorum dubium). Boa parte dessas árvores servirão ao plantio em áreas com estágio mais avançado de recuperação.

Após a ECO-92, conferência mundial de meio ambiente ocorrida no Rio de Janeiro, entre 3 e 14 de junho de 1992, o conceito de sustentabilidade incorporou a chamada responsabilidade socioambiental das empresas que utilizam recursos naturais como matéria-prima de seus produtos e disponibilização no mercado. A destinação de mudas nativas para áreas de recuperação, pela Sulcatarinense, também alcança o projeto de revitalização da mata ciliar do Rio Areias, em Governador Celso Ramos, onde o Comitê Tijucas-Biguaçu mantem parceria com o Instituto Çarakura, Instituto Chico Mendes para Biodiversidade (ICMbio), e Prefeitura Municipal de Governador Celso Ramos.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista

12/03/2016

A FASE É DE RECUPERAÇÃO (III)

Iniciativa para recuperação de rios pode evoluir para Duas propriedades com características diversas recebem do Pacto pela Mata Ciliar mais 152 mudas para preservar a água de nossa bacia.

William Wollinger Brenuvida, jornalista (5177-SC)


Para o pesquisador ir a campo é mais que uma necessidade da comprovação de um fato. Coleta-se os dados, classificando-os a partir de dada metodologia. Em tese, seria apenas utilizar o aprendizado dos tempos de universidade. Em tese. Porque aquilo que fazemos, no âmbito de um comitê de bacia hidrográfica vai além da aplicação de um conhecimento exato. Porque trabalhar a terra, seus elementos, colocar a terra à prova, no laboratório e até mesmo em uma descrição teórica se torna simples diante de um outro desafio: o diálogo com o agricultor, com o pecuarista, com o consumidor de água, também com os grandes usuários de água e as autoridades ambientais. Sem o diálogo não há pacto. Sem pacto o ambiente é apenas meio.

Na manhã e tarde desta quinta-feira, 1/12, três municípios de nossa bacia receberam a visita do secretário executivo José Leal Silva Junior, e da bióloga Aline Luiza Tomazi, do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas e Biguaçu, e bacias contíguas. Houve duas ações: a reunião com a prefeitura de Nova Trento, onde foi debatido o retorno das ações entorno do bairro Trinta Réis; e as visitas em áreas passíveis de recuperação em Nova Trento, Governador Celso Ramos e Tijucas. As ações tiveram a presença de membros do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e da Eletrosul Centrais Elétricas S.A. A Eletrosul tem um passivo ambiental na ordem de 70 hectares para cumprir, e os municípios visitados podem receber o apoio técnico e logístico da empresa para executarem a recuperação ambiental. E Eletrosul está renovando licenças ambientais, justificando a presença do Ibama.

MATA CILIAR
O Pacto pela Restauração da Mata Ciliar é um acordo realizado entre o Comitê de Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas e Biguaçu com o proprietário de área a ser recuperada, especialmente nas margens de rios, lagos e lagoas. Espaços públicos também entram nesse processo de recuperação. No ano de 2016, praças públicas em Porto Belo e Governador Celso Ramos receberam mudas nativas produzidas em nosso viveiro de mudas localizado no município de Bombinhas. Até o presente momento, o Pacto da Mata Ciliar já distribuiu mais de 8 mil mudas, em mais de 60 propriedades, envolvendo principalmente a comunidade escolar, e restabelecendo a vida em uma área de aproximadamente oito campos de futebol.

Na atividade desta quinta-feira, 1/12, foram visitados o Rio do Braço (Nova Trento), Rio Areias (Governador Celso Ramos), e áreas no município de Tijucas, na localidade de Santa Luzia. As ações no Rio Areias tem apoio do Instituto Chico Mendes para Biodiversidade (ICMbio).

Junte-se você também a este pacto pela vida!

Mais informações: 48 3263 6563 – comitetijucas@gmail.com

A FASE É DE RECUPERAÇÃO (II)

Duas propriedades com características diversas recebem do Pacto pela Mata Ciliar mais 152 mudas para preservar a água de nossa bacia.

William Wollinger Brenuvida, jornalista (5177-SC)

Continuando nossa série de pequenas matérias sobre as áreas de recuperação ou como alguns assim o
preferem denominar “restauração” da mata ciliar, no âmbito da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas e Biguaçu, nós apresentamos o avanço de nossas atividades em duas propriedades da Bacia: na localidade do Campo Novo, Município de Tijucas; e em uma área no Município de Rancho Queimado. As ações, respectivamente, ocorreram nas propriedades de Natal Bianchezzi, no dia 21 de novembro; e de Rui Sachtleben, no dia 24 de novembro de 2016.

Novas práticas
Com auxílio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os técnicos do Comitê Tijucas Biguaçu passam a implementar nova metodologia em algumas propriedades adesistas do Pacto pela Mata Ciliar. Uma dessas propriedades pertence a Natal Bianchezzi. Morador na localidade do Campo Novo, em Tijucas, Natal Bianchezzi aderiu ao Pacto da Mata Ciliar porque pensa em melhorar o potencial de sua propriedade. “O Comitê mostra um novo caminho para o agricultor no chamado consórcio com outras espécies. Quem vive da terra, precisa que o solo não fique pobre”, ressalta o proprietário que recebeu 50 mudas de variadas espécies. Na nova metodologia estabelecida na propriedade de Natal Bianchezzi, as mudas de árvores nativas serão transplantadas com a semeadura direta de feijão guandu.

O feijão Guandu ou Andu permite o enriquecimento do solo. Por ser uma leguminosa, esta planta se associa com bactérias do gênero Rhizobium em suas raízes, aumentando a quantidade de nitrogênio no solo. Estudos realizados pela Embrapa demonstram que o feijão guandu é capaz de crescer em solo com Brachiaria, espécie exótica (africana) e invasora que dificulta em muito a recuperação de áreas degradadas. O terreno de Natal Bianchezzi possui Brachiarias em demasia, e o proprietário entende que a Brachiaria afeta diretamente a produção agrícola da propriedade.
Se a propriedade de Natal Bianchezzi, localizada no baixo vale do Rio Tijucas possui características de um solo mais arenoso e assiste os afluentes do Rio Tijucas deslizarem mais lentamente – planície – nós observamos uma característica diversa na propriedade de Rui Sachtleben, em Rancho Queimado, Alto Vale do Rio Tijucas.

Com clima bem mais ameno, Rancho Queimado, chama a atenção de pesquisadores e ambientalistas por possuir nascentes de, pelo menos, quatro importantes rios catarinenses: o Tijucas, o Cubatão, o Itajaí, e também o Tubarão. A propriedade de Rui Sachtleben recebeu 102 mudas, entre as quais: araucária, ipê, açoita cavalo, e chal chal. O proprietário também se comprometeu a reduzir, controlar o aparecimento do Pinus Eliots, espécie exótica e invasora que é prejudicial aos mananciais de água, a agricultura, e a fauna terrestre e avifauna.

Se Natal Bianchezzi possui uma área de recuperação de 444 m², em um importante afluente do Rio Tijucas, o Ribeirão Campo Novo, utilizando esta área para agricultura, Rui Sachtleben possui uma propriedade com as seguintes características: 800 m² de recuperação, em um afluente do Rio das Antas, propriedade utilizada para o lazer, em forma de pequeno sítio.

Independentemente de onde o comitê Tijucas Biguaçu atue, se em propriedades rurais para o lazer ou para agropecuária, as propriedades são devidamente cadastradas e monitoradas. Neste final de ano de 2016, dois proprietários se somam aos esforços de cuidados de nossas nascentes e rios de nossa Bacia. E a fase que é de recuperação, também se observa como fase de importante mudanças em nossa prática socioambiental e socioeducativa para consolidação e aperfeiçoamento da legislação que preserva os recursos hídricos.

Junte-se você também a este pacto pela vida!

Mais informações: 48 3263 6563 – comitetijucas@gmail.com

11/27/2016

A FASE É DE RECUPERAÇÃO

Muda de Garapuvu, espécie nativa do litoral catarinense, cresce com o Pacto da Mata Ciliar
O mês de novembro foi marcado por diversas visitas às propriedades que aderiram ao Pacto pela restauração da Mata Ciliar. Renovado em outubro deste ano, o Pacto da Mata Ciliar prevê o plantio e acompanhamento de milhares de mudas nativas espalhadas por 14 municípios, em mais de 60 propriedades particulares e espaços públicos.

O monitoramento das áreas de mata ciliar realizado em novembro permitiu aos técnicos do Comitê Tijucas Biguaçu avaliar e constatar que o trabalho de restauração segue bem seu curso, com as espécies crescendo com o apoio dos proprietários das áreas destinadas ao Pacto, e com apoio também da comunidade escolar envolvida em diversas atividade socioambientais e socioeducativas. O Comitê Tijucas Biguaçu já distribuiu mais de 8 mil mudas, todas elas cadastradas e devidamente monitoradas.

Ajuda do proprietário é indispensável
De acordo com a bióloga e técnica do Comitê Tijucas Biguaçu, Aline Luiza
Proprietária acompanha Pacto
Tomazi, o monitoramento permite observar a altura e o diâmetro das mudas, a sobrevivência das espécies empregadas, e a presença de erosão ou de regeneração natural. O monitoramento também observar se há presença de espécies invasoras, dispersores de sementes e polinizadores. “Observamos que nas áreas onde há um comprometimento dos proprietários, que eles cuidam, as mudas se desenvolvem melhor e a mortalidade das mudas é menor. Estamos levando mudas para reposição daquelas que não vingaram”, menciona a bióloga do Comitê.

As ações de monitoramento, esta semana, teve como alvo o município de Canelinha, mas deve continuar em demais municípios da bacia.. Os próximos municípios no calendário de agendamento do Pacto pela Mata Ciliar são: Rancho Queimado, Itapema, e Porto belo, também São João Batista e Tijucas.

Ficou interessado na recuperação de sua propriedade? Junte-se aos mais de 60 proprietários nessa ação onde todos ganhamos, principalmente o proprietário. Cadastrar-se no Pacto da Mata Ciliar é muito simples, basta entrar em contato com o comitê.

(48) 3263 6563 – comitetijucas@gmail.com

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista

10/20/2016

OFICINA DE PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS

O Seminário Mata Ciliar realizado pelo Comitê Tijucas Biguaçu contou com uma exitosa experiência na tarde de ontem, 19/10. Apesar da grande variação climática que apresentou vento forte e chuvas no decorrer do dia, ainda sim, foi possível realizar as ações referentes a Oficina de Produção de Mudas Nativas. O evento ministrado pelo vice-presidente do Comitê Tijucas Biguaçu, Edison Baierle, foi realizado no Jardim Botânico e Centro de Pesquisas Ambientais de Bombinhas-SC, e teve apoio dos técnicos Aline Tomazi e Tiago Martins.






10/14/2016

Divulgação do 3º Seminário do Pacto da Mata Ciliar na Rádio Super FM

Divulgação do 3º Seminário do Pacto da Mata Ciliar, na Rádio Super FM, de São João Batista.

Para ouvir a entrevista, clique no link abaixo:




10/11/2016

COMITÊ TIJUCAS BIGUAÇU: UMA JANELA PARA O MUNDO



Intensidade. Dedicação. Sensibilidade Ambiental. Pensar a natureza sem forma. Ao alcance de todos: holística. Método. Análise. Capacitação Técnica. Prática que vai além do discurso. Interação. Interatividade. Diálogo. Diálogo múltiplo com diversos atores sociais. Prática socioambiental. Formar um comitê de bacia hidrográfica é um exercício de paciência. Ação por ação, desde 2001, resultou em algo especial em 2016: a inscrição do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas e Biguaçu, e bacias contíguas ou apenas Comitê Tijucas Biguaçu, no site da FAO/ONU.

Essa inscrição se deve ao programa de maior envergadura do Comitê. Operando desde 2011, o Pacto pela restauração da Mata Ciliar está em mais de 60 propriedades, espaços públicos, distribuindo mais de 8 mil mudas de árvores nativas. Com o Pacto da Mata Ciliar, o Comitê Tijucas Biguaçu realiza atividades de limpeza de rios e praias; plantios de mudas nativas; palestras, cursos e capacitação para a comunidade escolar.

E é com muita satisfação que anunciamos a adesão do Comitê Tijucas Biguaçu na Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável. Hoje, nós estamos em uma plataforma internacional do Programa de Alimentação da Organização das Nações Unidas (FAO/ONU). E essa conquista pertence a nossa população da Bacia Hidrográfica, bem como aos técnicos do Comitê Tijucas Biguaçu que partilharam e compartilharam esse conhecimento nos últimos 15 anos. Nosso Comitê Tijucas Biguaçu é uma janela para mundo.

A Plataforma de Boas Práticas do Programa para Alimentação da Organização das Nações Unidas (ONU/FAO) pode ser encontrado no link: http://boaspraticas.org.br/index.php/pt/areas-tematicas/meio-ambiente/555-pacto-mataciliar

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

10/10/2016

3º SEMINÁRIO DA MATA CILIAR NA BANCADA DA VALE

Edison Baierle aponta avanços no Pacto da Mata Ciliar
Na última sexta-feira, 7/10, o vice-presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas Biguaçu, e bacias contíguas concedeu entrevista aos radialistas Paulinho K e Sidnei Miranda, na bancada da Rádio Vale de Tijucas. Na pauta, o 3º Seminário da Mata Ciliar que vai ser realizado no dia 20 de outubro, no Auditório da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Tijucas-SC.

O Pacto pela Restauração da Mata Ciliar foi firmado em 2011 e já conta com 65 propriedades cadastradas e monitoradas. Com um viveiro de mudas na cidade de Bombinhas, e com ajuda de parceiros, entre os quais a Autopista Litoral Sul e a Sulcatarinense, já foram distribuídas mais de 8 mil mudas nativas. Espaços públicos também entram no pacto, muito embora seja necessária a adesão das prefeituras dos 14 municípios que compõem o Comitê Tijucas Biguaçu.

Confira a programação do 3º Seminário da Mata Ciliar:



Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

9/29/2016

PACTO DA MATA CILIAR TEM NOVO PARCEIRO

O Comitê Tijucas-Biguaçu ganhou um parceiro de peso para intensificar as ações do Pacto pela restauração da Mata Ciliar. Este parceiro é o projeto BUNGE Natureza que de início já disponibilizou 500 mudas de árvores nativas ao Comitê Tijucas-Biguaçu. A visita ao Viveiro de produção de mudas do projeto BUNGE Natureza foi realizada pela equipe do comitê foi na terça-feira, 20/9, em Gaspar-SC. Entre as mudas ofertadas: tucaneiras, pitangas e aroeiras.

O projeto
Criado em 2006, o Projeto BUNGE Natureza já produziu mais de 290 mil mudas de árvores, recuperando área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados - mais de 140 campos de futebol. O projeto é coordenado pelo biólogo Alex Volkmann, responsável técnico, que na oportunidade da visita do Tijucas-Biguaçu, apresentou as técnicas e principais espécies produzidas.

Participaram da visita: Edison Roberto Mendes Baierle, vice-presidente do Comitê Tijucas-Biguaçu e engenheiro florestal; o engenheiro de aquicultura Tiago Manenti Martins; e a bióloga Aline Luiza Tomazi.

Mais informações:


Por William Wollinger Brenuvida, jornalista




9/24/2016

3º SEMINÁRIO DA MATA CILIAR: VOCÊ É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL

O Pacto pela restauração da Mata Ciliar vai ser renovado neste mês de outubro. Este ato em defesa da natureza, em defesa da vida merece da gente uma atenção mais que especial. Participe você também deste momento histórico para a Bacia Hidrográfica do Tijucas-Biguaçu.

O Pacto da Mata Ciliar está presente em 14 municípios. São mais de 60 propriedades particulares atendidas, também praças e outros espaços públicos, com apoio da iniciativa privada e pública. Já atingimos a meta de 8 mil mudas distribuídas e acompanhadas por nossos técnicos.

A renovação deste pacto vai ocorrer no dia 20 de outubro (programação anexa). Também, vamos disponibilizar o dia 19 de outubro para uma atividade de visitação ao horto florestal, nossa experiência de viveiro de mudas de árvores nativas. A participação é voluntária, o 3º Seminário da Mata Ciliar é uma atividade que envolve sujeitos comprometidos com o bem-estar da população da Bacia Hidrográfica. A entrada é gratuita. O conhecimento é sempre uma partilha.

Participe!
Faça parte dessa história em defesa da natureza, da água, da vida.

9/16/2016

PRÁTICA SOCIOAMBIENTAL SENSIBILIZA COMUNIDADE ESCOLAR GANCHEIRA



Com 5 anos de existência Pacto pela restauração da Mata Ciliar continua ações de sensibilização e capacitação ambiental. Antigo município de Ganchos com mais de 13 mil habitantes recebeu curso de capacitação do comitê Tijucas-Biguaçu.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista.

Nós transplantamos duas árvores na Praça da Costeira da Armação. O ato foi
simbólico, representando um pacto que realizamos em favor da vida. Antes desse momento, especialíssimo por demais, o que fizemos nós? Nós debatemos, coletivamente, sobre um tema que anda perturbando muita gente: Educação e Ambiente. Porque quando nós somos, o Ambiente deixa de ser apenas “Meio Ambiente”, ele passa a ser uma totalidade na guerra que se trava dentro da gente. Contando com os técnicos do Comitê Tijucas-Biguaçu, nós éramos 21 ali reunidos, na manhã desta sexta-feira, 16/9, na Escola Ambiental da Costeira da Armação. Nós éramos. Nós somos. Aquilo que nos precede é uma vontade imensa de viver em bando, de traduzir o mundo a partir de nossas experiências, pesquisas e sonhos materializados. Sim, somos educadores e eternos estudantes, incentivadores do tema do curso de capacitação: “Formação de Multiplicadores Ambientais”.

A pauta do curso, ministrada pela bióloga e mestre em Biologia pela
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Aline Luiza Tomazi, é por todos nós bem conhecida. O curso com duração de quatro horas/aula teve por conteúdo: a Importância da água; o Ciclo hidrológico; a distribuição das águas no planeta e no Brasil; o conceito de bacia hidrográfica; os usos múltiplos e as problemáticas relacionadas à água; a gestão das águas no Brasil; a bacia hidrográfica do Rio Tijucas. Houve, também, espaço para expormos a situação dos rios do município de Governador Celso Ramos. Com a abordagem: “Ganchos/SC: aspectos históricos, demográficos e físicos”, o jornalista e mestrando em Ciência da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), William Wollinger Brenuvida, elencou pontos positivos e negativos da integração dos recursos hídricos em Gov. Celso Ramos, com a situação dos rios antes de adentrarem as baías de Tijucas e São Miguel. A pauta teve apoio do engenheiro de aquicultura Tiago Manenti Martins, formado pela UFSC, e pela estagiária, estudante do curso de Ciências Biológicas, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Andressa dos Santos.

De Ganchos a Governador Celso Ramos
Governador Celso Ramos, emancipado com o nome de Ganchos, em 1963, recebeu esta denominação em 1967. A população que em 2010 era de 13 mil habitantes, e que hoje é estimada em quase 15 mil habitantes, quadriplica nos meses de verão. Os problemas relacionados a ausência de saneamento ambiental agravam problemas relacionados à saúde. Apesar de investimentos nos últimos quatro anos, os índices de saneamento ambiental ainda são alarmantes. O Município conta com uma linha costeira de 52 km, e tem na pesca artesanal e industrial sua principal atividade econômica (75%). A península avançada ao mar, também conta com um arquipélago de sete ilhas, entre elas: Arvoredo, Anhatomirim, Grande ou dos Ganchos, e do Maximiliano. Os rios principais não são volumosos: Inferninho, Pequeno ou Areias, e Jordão, além do Rio Palmas. Todos os rios do município sofreram processos de intervenção humana (antrópicos).

Agradecemos o uso do espaço da escola do meio ambiente da Costeira da
Armação gentilmente cedido pela secretária Suzana Porto e toda a equipe técnica pedagógica e de apoio da Secretaria Municipal da Educação, Esporte e Cultura. Entre os presentes na data de hoje estavam: Célia de Lemos, Divalma Flores da Silva, Daniela Nazide da Costa, Valcineia Sagás, Juliana da Silva de Souza, Evanildo Alves Filho, Jonaine Barbosa, Cleide Venâncio Alves, Jucimara de Oliveira, Adriele Machado Romancini, Thiago Sagás Fernandes, Claudiane Zeferino da Cruz, Ricardo José dos Santos, Luciara Azevedo de Mello, Aurea Salinos Pereira, Sabrina Simão da Silva.

As árvores transplantadas que simbolizam um pacto pela vida, o Pacto pela Restauração da Mata Ciliar promovido pelo Comitê Tijucas-Biguaçu, também verifica que a mudança necessária está nos pronomes, do “eu” para o “nós”, coletivamente, na prática diária, em nossa prática socioambiental, em defesa da vida. Multiplicar é mais do que necessário!

9/15/2016

MAIS MUDAS PARA SÃO JOÃO BATISTA

Na última quinta-feira, 8/9, Pedro Vargas, proprietário de uma área de terras no bairro Colônia, em São João Batista-SC, recebeu 167 mudas de árvores nativas do Comitê de Gerenciamento da Bacia do Rio Tijucas-Biguaçu. A ação faz parte do Pacto pela restauração da Mata Ciliar iniciado em 2011, e que deve ser renova em outubro deste ano, em Tijucas.

O projeto de recuperação ainda vai receber mais 157 mudas contemplando uma área a ser recuperada de 1.296 m². Entre as espécies estão: Aroeira, araça, ipê, tucaneira, açoita cavalo, nona, grumixama, pitanga, garapuvu. De acordo com Pedro Vargas, a medida tem dois motivos: ajudar a preservação dos recursos hídricos, além de prevenir a erosão de suas terras às margens do Rio Tijucas.


Contribuíram com este texto: Aline Luiz Tomazi, bióloga, e Tiago Manenti Martins, engenheiro de aquicultura.




Por William Wollinger Brenuvida, jornalista (5177-SC)

9/14/2016

5 ANOS DO PACTO DA MATA CILIAR

Hoje, 14 de setembro de 2016, nós comemoramos o aniversário do Pacto pela Restauração da Mata Ciliar. Iniciado em 2011, o Pacto da Mata Ciliar está presente em mais de 60 propriedades, que voluntariamente aderiram ao programa, distribuindo mais de 7 mil mudas devidamente monitoradas pelos técnicos do Comitê de Bacias.

Em 5 anos de trabalhos prestados à comunidade o Comitê Tijucas Biguaçu também transplantou árvores em praças públicas, fez parcerias com escolas, e buscou apoio em entidades civis e governamentais de apoio à pesquisa para mais bem qualificar o Pacto pela Mata Ciliar.

Este compromisso socioambiental reforça o caráter de apoio do comitê Tijucas Biguaçu à política nacional de recursos hídricos, aproximando, cada vez mais, a comunidade do cenário de decisão sobre o uso sustentável e racional da água. 

Nos dias 19 e 20 de outubro vai acontecer, em Bombinhas e Tijucas, o 3º Seminário do Pacto pela Restauração pela Mata Ciliar. Com a visitação do viveiro de mudas do comitê, palestras temáticas e debates, a renovação do Pacto da Mata Ciliar é a reafirmação de um programa que deu certo, e que pode avançar ainda mais, garantindo o bem-estar da população da bacia hidrográfica.

9/03/2016

RANCHO QUEIMADO: DEFESA CIVIL E PACTO DA MATA CILIAR

Área desassoreada que vai receber apoio para recuperação é avaliada
O Rio Capivaras atravessa a história da pequena, mas aconchegante e hospitaleira cidade de Rancho Queimado. A qualidade das águas do Município de Rancho Queimado, que possui 100% da área urbana com rede coletora e tratamento de efluentes, tem múltiplos usos: o abastecimento humano e dessedentação animal; o fabrico de bebidas pela indústria de refrigerantes; a agropecuária. Há outro aspecto importante nesse debate: a histórica ocupação das margens dos rios, tanto pela agropecuária como pela construção civil. Para evitar maiores danos à natureza, a Defesa Civil de Rancho Queimado firmou parceria com o Pacto pela restauração da Mata Ciliar do Comitê Tijucas-Biguaçu.

Na última segunda-feira, 29/8, os técnicos do Comitê Tijucas-Biguaçu, Aline Luiza Tomazi e Tiago Manenti Martins, respectivamente, bióloga e o engenheiro de aquicultura, se reuniram com Leonardo Willi Lehmann, coordenador da defesa civil de Rancho Queimado. A reunião que ocorreu na Prefeitura Municipal abordou a recuperação de 1.500 metros de mata ciliar do Rio Capivaras, em um ponto onde houve o desassoreamento do rio, bem no centro do município. O trecho desassoreado sempre foi alvo de frequentes enxurradas e transbordamentos. A intenção agora é reunir os proprietários ribeirinhos para recuperar as margens, a mata ciliar do Rio Capivaras, protegendo a plantação, as áreas de pastagens, e principalmente garantindo a água na torneira das famílias da região. “Recuperar é não permitir novos assoreamentos”, menciona Leonardo Willi Lehmann.

Após a reunião, os técnicos visitaram áreas onde foram realizadas ações de desassoreamento. O evento, também, marcou o início da entrega e adesão de seis propriedades ao Pacto pela restauração da Mata Ciliar. Em breve, novos cadastros continuarão a ser realizados. Ainda este mês, o Comitê Tijucas-Biguaçu deve realizar visitas para diagnóstico das propriedades que aderiram ao Pacto da Mata Ciliar.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista (5177-SC)

9/01/2016

230 VIDAS

Se pudéssemos multiplicar o peso de cada nova muda transplantada, em um exercício de renovação da vida, nós certamente entenderíamos o que leva alguém a aderir ao Pacto pela restauração da Mata Ciliar promovido, e incansavelmente estendido como meta e sonho pelo Comitê Tijucas-Biguaçu. 

Nesta segunda-feira, 29/8, no Município de Rancho Queimado-SC, quem aderiu ao Pacto da Mata Ciliar foi o biólogo Fernando Bruggmann, recebendo, de início, 230 árvores. As 230 vidas, se assim podemos chamá-las, devem ajudar a recuperar importante área. Rancho Queimado possui uma das nascentes do Rio Tijucas.

O projeto, na propriedade Bruggmann, contempla 300 mudas em uma área de 1.500 m², no afluente do Rio das Antas, em Rancho Queimado. Entre as 230 mudas iniciais recebidas estão: tanheiros, ipês, araçás, chal chals, jerivás, grumixamas, cortiças, araucárias, canjeranas, carobas e gabirobas. As árvores devem se adaptar bem ao clima subtropical de altitude do Município de Rancho Queimado.

O Pacto pela restauração da Mata Ciliar vai ser renovado em novembro deste ano.

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista (5177-SC). Com a contribuição do engenheiro Tiago Manenti Martins.

8/09/2016

PACTO DA MATA CILIAR TEM APOIO DA EMBRAPA

Aconteceu na tarde desta terça-feira, 9/8, em Tijucas, reunião entre a diretoria
do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tijucas-Biguaçu e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Embrapa é uma instituição pública de pesquisa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil e verifica a parceria com o Comitê Tijucas-Biguaçu nas ações envolvendo o Pacto pela restauração da Mata Ciliar.

O Comitê Tijucas-Biguaçu convidou o pesquisador da Embrapa Alexandre Uhmann para palestrar no III Seminário da Mata Ciliar. Uhman se prontificou, também, em ministrar um curso para sensibilização de atores estratégicos da Bacia Hidrográfica. O curso tem por objetivo avançar no Pacto da Mata Ciliar. A parceria verifica que Comitê Tijucas-Biguaçu e Embrapa devem elaborar, em conjunto, projeto para captação de recursos para pesquisa na implantação de planos de recuperação de mata ciliar na Bacia.

Alexandre Uhmann é mestre em Botânica, e doutor em Biologia Vegetal. Pesquisador de florestas, Uhmann tem experiência em aspectos da relação vegetação/solos/geologia, em particular dos estados do Paraná e Santa Catarina. Além do pesquisador, participaram da reunião: Edison Baierle, vice-presidente do Comitê Tijucas-Biguaçu, bem como os técnicos Aline Tomazi (bióloga), e Tiago Martins (engenheiro de aquicultura).

Por William Wollinger Brenuvida, jornalista 5177-SC.

6/30/2016

PREMIANDO TALENTOS AMBIENTAIS – III

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tijucas-Biguaçu esteve
no Município de Bombinhas, onde presenciou a Câmara Municipal de Vereadores repleta de representantes da sociedade civil organizada para não apenas assistir a sessão legislativa. Os presentes aquela sessão legislativa, conduzida pela presidente Lourdes Matias, na última segunda-feira, 27 de junho, prestigiaram a aluna Clarisse da Silva, classificada em 3º lugar no concurso de redação, promovido pelo Comitê Tijucas-Biguaçu.

Como prêmio a aluna Clarisse da Silva recebeu livros e uma bicicleta. A bicicleta foi doada, em parceria, pelas empresas Vonpar S/A.; Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan); Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Tijucas. A professora Maria Inês Dorneles, e a escola Dilma Mafra também foram homenageadas.

Durante a cerimônia houve oportunidade para atualizar dados do Pacto pela restauração da Mata Ciliar a partir do discurso do vice-presidente do Comitê Tijucas-Biguaçu Edison Roberto Mendes Baierle.
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